Todo mundo que chega pra mim vem e dá a mão a alguém que já conheço. E é assim, todo mundo com alguma coisa que já vi antes. Uma fileira de gente e uma fileira de sentimentos. Pra explicar ainda mais: A voz de quem eu gosto e está longe ecoa aqui na sua voz e por isso eu gosto mas de você. E a coisa vai assim, porque eu gosto da voz dele e eu não sei se primeiro gostei da voz como coisa particular ou como a voz do homem que carrega o olhar que talvez seja de alguém que já amei.
E pensando assim, o amor é quase como um só, o primeiro e o último. O amor e qualquer coisa que se sinta, uma corrente de coisas que se ligam e te levam até onde a memória não alcança mais.
(a mao leva por um labirinto bem grande, onde o que passou se confunde com o que nunca se viu...onde muitas coisas se difundem, como raizes que se espalham por cantos esquecidos)
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
leva por um labirinto bem grande, onde o que passou se confunde com o que nunca se viu...onde muitas coisas se difundem, como raizes que se espalham por cantos esquecidos
Postar um comentário