quinta-feira, 30 de abril de 2009

Canción del amor sincero


Prometo no amarte eternamente

Ni serte fiel hasta la muerte,
Ni caminar tomados de la mano,
Ni colmarte de rosas,
Ni besarte apasionadamente
Siempre.

Juro que habrá tristezas,
Habrá problemas y discusiones
Y miraré a otras mujeres
Vós mirarás a otros hombres
Juro que no eres mi todo
Ni mi cielo, ni mi única razón de
Vivir,
Aunque te extraño a veces.

Prometo no desearte siempre
A veces me cansaré de tu sexo
Vos te cansarás del mío
Y tu cabello en algunas ocasiones
Se hará fastidioso en mi cara.
Juro que habrá momentos
En que sentiremos un odio mutuo,
Desearemos terminar todo
Y quizás lo terminaremos,
Más te digo que no nos amaremos
Construiremos, compartiremos.

¿Ahora si podrás creerme que te
Amo?

Raúl Gómez Jattin

sábado, 25 de abril de 2009

A casualidade de se ter um certo nome. O nome que você tem é só o nome que resolveram te dar, talvez antes mesmo de verem a sua cara. Tinha lá um bebê e talvez o pai e a mãe achassem que seria um bom ser humano com alguma sorte na vida esse novo fulaninho, que fulaninho é mesmo o nome de alguém que vai dar em alguma coisa e ser até feliz.
E não sei bem o quanto sou o meu nome por aí. Um nome meio estranho...talvez o que fora casual seja tambem causal e eu sou mesmo uma pessoa meio esquisita.
Culpa tambem do meu pai que me deu o nome esquisito, ou foi cumplice ao menos, e que agora vem com toda a idade do mundo me dizer: minha filha, por que você nao é normal como todo mundo?